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Por Miguel Leiva
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08 de outubro de 2008 |
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Na história dos dirigiveis 2 brasileiros se destacaram como gênios inventivos Alberto Santos Dumont que com seu dirigivél semi- rígido Nº 6 conquistou o Premio Deutsch e Augusto Severo Gomes o inventor do dirigivél rígido, existem quatro categorias de balões dirigíveis, rígidos, semi-rígidos, não-rígidos e balões dirigíveis de ar quente.
Rígidos
 Estrutura interna LZ-1 Balões dirigíveis rígidos têm uma extrutura rígida interna, os Zepelins e ao USS Akron e Macon eram dirigíveis rígidos internamente cheios de um gás mais leve que o ar e sua estrutura rígida, tradicionalmente uma liga de alumínio, da forma ao dirigível, cobertos por um tecido de várias camadas e impermeabilisado são mais eficientes quando tem um comprimento superior a 120 metros, pois conseguem uma melhor relação de pêso e potência em aeronaves menores ficam extremamente pesadas, acredita-se que com materiais compostos mais leves isso possa mudar.Semi-rígidos
 Santos Dumont 15 Foram os primeiros dirigíveis possuem uma construção tubular inferior onde fica alojada a quilha a nascele do piloto e o motor, sobre essa estrutura é posto um envelope pressurizado de um gás mais leve que o ar. Essa quilha rígida podem ser diretamente ligados ao envelope ou amarrada com redes. Os balões dirigíveis de Santos Dumont eram assim construidos.Blimps ou não rígidos
 Dirigivél não rígido Blimp, são a forma mais comum, hoje em dia. Sua forma é mantida por um balonete interno que compensa o volume de hélio que varia em função da temperatura externa. Suas partes sólidas são a gondola (onde são acomodados, pilotos e passageiros) e os lemes direcionais. Todas as aeronaves que estão voando atualmente com publicidade utilizão esse tipo de construção, Goodyear, Budweiser, Fuji-Film.Dirigíveis a ar quente São contados como uma quarta espécie, embora sejam tecnicamente parte da categoria  Dirigivel Ar Quente não rígidas, a grande diferença dos demais é que a sua flutuabilidade se dá por ar quente e não por um gás mais leve que o ar como os demais. Os primeiros eram basicamente balões de ar quente acrescidos de motor com lemes direcionais, a segunda geração os envelopes foram alongados e os lemes direcionais, profundor e leme foram pressurizado com ar a partir de um tubo que capta pressão do hélice. Os modelos mais recentes mantem sua forma com sobrepressão em todo o envelope, por ser um envelope totalmente fechado eles tem uma capacidade de vôo da 1 hora devendo após isso pousar para que seja feita a troca do ar interno que fica sem oxigênio para a queima. Sua grande vantagem é o seu baixo custo em relação aos dirigiveis á gas, porém sua velocidade máxima é de 32 km/h e somente voa com ventos calmos como os balões de ar quente. |