| Dirigiveis no Brasil |
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| Por Miguel Leiva | |
| 07 de outubro de 2008 | |
![]() LZ-127 Graf Zeppelin Gondola Funcionários da empresa alemã Luftschiffbau Zeppelin viajaram ao Brasil em 1933 para ![]() LZ- 129 Hindeburg ![]() http://www.airships.net/index.shtml No período de um ano foi erguido um enorme hangar para abrigo dos dirigíveis, que mais tarde recebeu o nome de Aeródromo Bartolomeu de Gusmão. Foi instalada também no local, uma usina produtora de gás hidrogênio para abastecimento dos dirigíveis, além de um ramal ferroviário que poderia transportar os passageiros do centro da cidade do Rio de Janeiro até o aeródromo. Em 26 de dezembro de 1936, a instalação foi inaugurada, contando com uma linha regular de transportes aéreos que fazia a ligação entre o Rio de Janeiro e a cidade de Frankfurt, na Alemanha, com escala em Recife. Em abril de 1936, o maestro Heitor Villa-Lobos embarcou no LZ-129 Hindenburg em direção a Europa. O hangar foi utilizado por pouco tempo, sendo que em 1938 suas atividades foram encerradas. Dos 9 vôos da linha aérea alemã ligando o Brasil à Europa nesse curto período, 4 dessas viagens foram realizadas pelo Hindenburg e as outras cinco pelo Graf Zeppelin.Em 1942, o Aeródromo Bartolomeu de Gusmão foi transformado na Base Aérea de Santa Cruz. Apos a explosão do dirigível Hindenburg em maio de 1937 Ernesto Igel um empresário austríaco que dentre outras atuou na Zeppelin no Brasil ficou incumbido de vender o estoque do gás propano combustivel dos motores do Zeppelin, estocado nas bases do dirigível no Brasil (Recife e Sepetiba). Em 1928 em São Paulo, Max Mangels Junior e Heinrich Kreutzberg fundam a Mangels & Kreutzberg Ltda. e iniciam a produção de baldes galvanizados em uma pequena fábrica no bairro da Moóca. Em 1938 atendendo ao pedido da Cia. Ultragaz, a Mangels & Kreutzberg inicia a produção de botijões para gás liquefeito de petróleo (GLP). |
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